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Quarta-feira, Junho 25, 2008

Tchuba na bin tchubi

«Chuva há-de vir, nha Venância. Veja que ela anda a rondar por cima de nós. Esta seca maldita não há-de durar toda a vida, não é verdade? E fixe bem. O dia de hoje é diferente do dia de ontem e o de amanhã será diferente do de hoje. Nha Venância sabe. A todo o momento as coisas se modificam. Amanhã todos teremos mais experiência. Quando mais não seja para sabermos dominar melhor o mal e a injustiça que pesa sobre nós.»

[Manuel Ferreira – Hora di Bai, 2ª ed. Lisboa, Portugália Editora, 1963, p. 253]

«Udan sei mai, tia Venância. Haree to’ok nia la’o hale’u iha ita-nia leten. Malisan rai-maran ne’e sei la dura vida tomak, loos ka lae? No hanoin didi’ak to’ok. Loron ohin la hanesan horisehik no loron aban sei la hanesan ida ohin ne’e. Tia Venância hatene. Iha momentu ida-idak buat sira nakfila an. Aban ita hotu sei iha esperiénsia tan. Se la’ós ba buat seluk pelumenus atu ita hatene domina di’ak liu buat aat no injustisa ne’ebé hanehan ita.»

[Manuel Ferreira – Hora di Bai, 2ª ed. Lisboa, Portugália Editora, 1963, p. 253 – tradusaun ba tetun husi JP Esperança]

Quarta-feira, Maio 07, 2008

Música de Cabo Verde

Há algo de místico na morna caboverdiana, que me toca a alma, como o fado também. E o funaná é hipnotizante e faz com que até um tipo com dois pés esquerdos como eu queira saber dançar...